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MANCHETES DOS JORNAIS ALTERNATIVOS

 

Portal da CTB

Reforma do ensino médio e PEC 241 liquidam com a educação pública

Agência da Boa Notícia

Elba Ramalho confirma presença na 8ª edição da Marcha Pela Vida

Blog do Azenha

Gaudêncio Frigotto: Reforma de Temer legaliza o apartheid social no Brasil

Blog do Miro

Mantega, Cunha e a bofetada no país

Blog do Nassif

Nos EUA, Temer diz que Dilma caiu porque não aceitou ideias do PMDB

Blog do Espaço Aberto

Barbárie jurídica e desobediência civil

Rede Brasil Atual

Os crimes hediondos do governo brasileiro

Portal Conversa Afiada

Moro, vai encanar o Malan e a Ellen Gracie?

Jornal Correio do Brasil

Lula sugere que Lava Jato passe a se chamar Operação Boca de Urna

Portal Brasil 247

Recordista em delações, Aécio pede rigor contra Mantega

 

 



Escrito por Carlos Pontes às 05h50
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HOJE NA HISTÓRIA

 

Aconteceu em 23 de Setembro

 

1829: Liquidado o 1º Banco do Brasil, por inadimplência.

1850: Morre aos 86 anos, no exílio em Assunção, José Artigas, herói da independência do Uruguai e das Américas.

1865: Brasil e Inglaterra reatam relações, rompidas pela Questão Christie (1862).

1900: 5º Congresso da 2ª Internacional, em Paris. A única delegação latino-americana é a argentina.

1934: Semana Antiguerreira, de conteúdo antifascista.

1936 - Dia da Olga: Olga Benário, judia alemã e militante comunista, 28 anos, grávida de 7 meses, é entregue à Gestapo nazista em meio à onda repressiva pós-1935. Terá a filha Anita Leocádia em um cárcere alemão e morrerá, na câmara de gás, em 1942.

1948: Congresso do DF (Rio) em Defesa do Petróleo. Termina em repressão policial.

1950: Aprovada nos EUA a lei McCarthy. Início da “caça às bruxas” anticomunista.

1966: Massacre da Praia Vermelha. A PM invade a Fac. de Medicina e espanca estudantes no Rio.

1973: A Argentina elege Perón, que se exilara durante a ditadura.

1973: Morre, 12 dias após o golpe de Pinochet, o poeta e comunista chileno Pablo Neruda.

1974: O PAIGC proclama unilateralmente a independência da Guiné-Bissau, após anos de guerrilha.

1991: Greve geral nos 54 portos brasileiros.

1996: Começam os protestos palestinos contra o túnel sob a mesquita de Al-Aksa; 60 mortos.

2005: Morre no Rio Apolônio de Carvalho, 93, o Herói das 3 Pátrias: Brasil (levante de 35), Espanha (Guerra Civil) e França (Resistência antinazista).

 

 



Escrito por Carlos Pontes às 05h50
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Reforma do ensino médio e PEC 241 liquidam com a educação pública

 

O presidente golpista Michel Temer assina neste fim de semana uma medida provisória que reforma o ensino médio. Pela MP a carga horária do ano letivo passa para 1.400 horas anuais, atulamente são 800 horas.

O ministro da Educação Mendonça Filho pretende mudar também a Base Nacional Comum Curricular, com diminuição das matérias obrigatórias e vinculando-a ao vestibular.

“Na prática, a proposta deles significa um retrocesso sem precedentes. Volta a dominar a visão de que os filhos da classe trabalhadora só devem estudar o suficiente para se manter razoavelmente no mercado de trabalho”, diz Marilene Betros, dirigente da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB).

Além do mais, diz ela, “aumentar a carga horária, sem investimentos na infraestrutura das escolas e na formação dos profissionais da educação é uma medida inócua e essa reforma visa a privatização do ensino médio e o fim do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio)”.

Já Isis Tavares, presidenta da CTB-AM e dirigente da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), afirma que “não existe discussão de política pública sem participação da sociedade. E não existe política pública de fato e de direito sem financiamento do Estado”.

Tavares lembra também da Proposta de Emenda à Constituição 241/2106, em tramitação, que poderá fazer estragos inimagináveis à economia do país. Somente da educação essa PEC tira ao longo de 10 anos R$ 58 bilhões de recursos para a manutenção do ensino nas redes públicas das cidades, afirmam especialistas.

Ela acredita que “a PEC 241, significa o fim do Piso Nacional do Magistério e de qualquer possibilidade de Plano de Cargos, Carreira e Salários, conquistados pelo movimento dos trabalhadores e das trabalhadoras em educação”.

Já Betros afirma que as medidas tomadas pelos golpistas “liquidam com o Plano Nacional de Educação (PNE), aprovado há 2 anos, depois de muitas e amplas discussões”. Ela explica que os cortes promovidos por eles não permitem a efetivação de nenhuma das 20 metas do PNE, essenciais para elevar o patamar da educação pública no país”.

Alessio Costa Lima, presidente da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime) diz que "todos os países, em época de crise, enfrentaram problemas econômicos e de outras naturezas investindo na educação. E saíram dela vitoriosos por meio da opção de investimento em massa na educação do seu povo".

Para Tavares, “as medidas determinadas pelo MEC representam o desmonte da educação pública através da precarização do serviço público. Paralelamente, às reformas anunciadas para o ensino médio e a lei da mordaça vêm no bojo da sustentação ideológica desse governo golpista”.

"Nós, gestores municipais, vemos com muita aflição e preocupação a discussão dessa PEC no Congresso. Somos totalmente contrários à desvinculação dos recursos porque é a única garantia que temos de a União, ente que mais arrecada, repassar recursos aos municípios e aos estados", diz Lima.

Betros defende a união de todas as entidades que trabalhem com a educação pública para “tomar as ruas e levar informação à sociedade como um todo sobre as consequências nefastas dessas mudanças nessa área estratégica para qualquer país que almeje desenvolvimento salutar e consequente de sua infância e juventude”.

Fonte: Portal CTB

 

 



Escrito por Carlos Pontes às 05h49
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Elba Ramalho confirma presença na 8ª edição da Marcha Pela Vida

 

A cantora e atriz Elba Ramalho virá novamente a Fortaleza, no próximo dia 8 de outubro. No repertório, mais que uma canção, um grito: pela vida de quem ainda não nasceu. Elba estará na Capital cearense para se unir aos que lutam pela aprovação do Estatuto do Nascituro na oitava edição da Marcha Pela Vida Contra o Aborto.

Elba, que admite arrependimento por já ter praticado um aborto no passado, propõe-se a compartilhar a experiência de transformação em um agente defensor do direito à vida. Em depoimento ao documentário ‘Blood Money - Aborto Legalizado’, de Alveda King, sobrinha de Martin Luther King, a cantora e atriz paraibana expôs que tomou a decisão de participar do Movimento Pró-Vida para ‘ressurgir’ após a interrupção da gravidez. “A gente não está aqui para produzir a morte. O mundo precisa de pessoas que produzam a vida, produzam a paz, produzam o bem, o bem comum”, disse.

Marcha pela Vida

O evento, já tradicional em Fortaleza, tem a concentração marcada para às 15h de 8 de outubro, um sábado, no Aterro da Praia de Iracema, na Avenida Beira-Mar. Com o objetivo de celebrar a vida, a iniciativa do Movimento em Favor da Vida e Não Violência (Movida) visa reunir pessoas que defendem o direito à vida desde a concepção e que sejam contrárias ao aborto.

A 8ª Marcha Pela Vida tem como tema “Amamos a vida da mamãe e do bebê”. A iniciativa tem o apoio de várias entidades e movimentos sociais, dentre eles a Obra Lumen de Evangelização, Casa Luz, Arquidiocese de Fortaleza, Associação Peter Pan, Federação Espírita do Estado do Ceará (FEEC), Agência da Boa Notícia, Centro Humanitário de Amparo à Maternidade (Chama), Corpus Segurança, Servis Segurança, Movimento Nacional da cidadania pela vida, Estação da Luz, Naturágua, dentre outros.

Serviço: 8ª Marcha Pela Vida

Data: 8 de outubro, sábado. Concentração a partir das 15h

Local: Aterro da Praia de Iracema, Fortaleza

Com informações inove comunicação

Fonte: Agência da Boa Notícia

 

 



Escrito por Carlos Pontes às 05h49
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Gaudêncio Frigotto: Reforma de Temer legaliza o apartheid social no Brasil

 

A reforma de ensino médio proposta pelo bloco de poder que tomou o Estado brasileiro por um processo golpista, jurídico, parlamentar e midiático, liquida a dura conquista do ensino médio como educação básica universal para a grande maioria de jovens e adultos, cerca de 85% dos que frequentam a escola pública.

Uma agressão frontal à constituição de 1988 e a Lei de Diretrizes da Educação Nacional que garantem a universalidade do ensino médio como etapa final de educação básica.

Os proponentes da reforma, especialistas analfabetos sociais e doutores em prepotência, autoritarismo e segregação social, são por sua estreiteza de pensamento e por condição de classe, incapazes de entender o que significa educação básica.

E o que é pior, se entende não a querem para todos.

Com efeito, por rezarem e serem co-autores da cartilha dos intelectuais do Banco Mundial, Organização Mundial do Comércio, etc., seus compromissos não são com direito universal à educação básica, pois a consideram um serviço que tem que se ajustar às demandas do mercado.

Este, uma espécie de um deus que define quem merece ser por ele considerado num tempo histórico de desemprego estrutural.

O ajuste ou a austeridade que se aplica à classe trabalhadora brasileira, da cidade e do campo, pelas reformas da previdência, reforma trabalhista e congelamento por vinte anos na ampliação do investimento na educação e saúde públicas, tem que chegar à escola pública, espaço onde seus filhos estudam.

A reforma do ensino médio que se quer impor por Medida Provisória segue figurino da década de 1990 quando MEC era dirigido por Paulo Renato de Souza no Governo Fernando Henrique Cardoso.

Não por acaso Maria Helena Guimarães é a que de fato toca o barco do MEC.

Também não por acaso que o espaço da mídia empresarial golpista é dado a figuras desta década.

Uma reforma que retrocede ao obscurantismo de autores como Desttut de Tracy que defendia, ao final do século XIX, ser da própria natureza e, portanto, independente da vontade dos homens, a existência de uma escola rica em conhecimento, cultura, etc., para os que tinham tempo de estudar e se destinavam a dirigir no futuro e outra escola rápida, pragmática, para os que não tinham muito tempo para ficar na escola e se destinavam (por natureza) ao duro ofício do trabalho.

Neste sentido é uma reforma que anula Lei Nº. 1.821 de 12 de março de 1953.

Que dispõe sobre o regime de equivalência dos cursos de grau médio para efeito de matrícula nos curso superiores e cria novamente, com outra nomenclatura, o direcionamento compulsório à universidade.

Um direcionamento que camufla o fato de que para a maioria da classe trabalhadora seu destino são as carreiras de menor prestigio social e de valor econômico.

Também retrocede e torna, e de forma pior, a reforma do ensino médio da ditadura civil militar que postulava a profissionalização compulsória do ensino profissional neste nível de ensino.

Piora porque aquela reforma visava a todos e esta só visa os filhos da classe trabalhadora que estudam na escola pública.

Uma reforma que legaliza o apartheid social na educação no Brasil.

O argumento de que há excesso de disciplinas esconde o que querem tirar do currículo – filosofia, sociologia e diminuir a carga de história, geografia, etc.

E o medíocre e fetichista argumento que hoje o aluno é digital e não agüenta uma escola conteudista mascara o que realmente o aluno desta, uma escola degradada em seus espaços, sem laboratórios, sem auditórios de arte e cultura, sem espaços de esporte e lazer e com professores esfacelados em seus tempos trabalhando em duas ou três escolas em três turnos para comporem um salário que não lhes permite ter satisfeitas as suas necessidades básicas.

Um professorado que de forma crescente adoece.

Os alunos do Movimento Ocupa Escolas não pediram mais aparelhos digitais, estes eles têm nos seus cotidianos.

Pediram justamente condições dignas para estudar e sentir-se bem no espaço escolar.

Por fim, uma traição aos alunos filhos dos trabalhadores, ao achar que deixando que eles escolham parte do currículo vai ajuda-los na vida.

Um abominável descompromisso geracional e um cinismo covarde, pois seus filhos e netos estudam nas escolas onde, na acepção de Desttut de Tracy estudam os que estão destinados a dirigir a sociedade.

Uma reforma que legaliza a existência de uma escola diferente para cada classe social.

Justo estes intelectuais que em seus escritos negam a existência das classes sociais.

Quando se junta prepotência do autoritarismo, arrogância, obscurantismo e desprezo aos direitos da educação básica plena e igual para todos os jovens, o seu futuro terá como horizonte a insegurança e a vida em suspenso.

Fonte: Blog do Azenha

 

 



Escrito por Carlos Pontes às 05h48
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Mantega, Cunha e a bofetada no país


Há alguns dias, o presidente da Ordem dos Advogados do Brasil, Claudio Lamachia, afirmou, em nota, que o ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha tentou ‘atrapalhar’ investigações contra si. Amontoam-se evidências até de que ele ameaçou testemunhas, subornou, coagiu ocultou, tudo no sentido de barrar o curso da Justiça.

Segundo Lamachia, Cunha usava da função para atrapalhar a Operação Lava Jato e também os trabalhos do Conselho de Ética e Decoro Parlamentar.

A representação que tirou Cunha do cargo foi protocolada no Conselho de Ética em outubro de 2015. PSOL e Rede pediram sua cassação, acusando-o de quebrar o decoro parlamentar ao mentir aos pares quando disse, em depoimento à CPI da Petrobrás, em março de 2015, que não possuía contas no exterior.

“Não tenho qualquer tipo de conta em qualquer lugar que não seja a conta que está declarada no meu Imposto de Renda”, afirmou Cunha na época.

Contudo, cópias do passaporte, da assinatura e de dados pessoais do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), enviados pelas autoridades da Suíça à Procuradoria Geral da República (PGR) comprovaram existência de contas bancárias secretas do deputado, da mulher e da filha dele no país europeu, segundo investigadores do caso.

A TV Globo teve acesso com exclusividade à documentação encaminhada pelo Ministério Público suíço ao Brasil. Além da reprodução dos documentos pessoais – passaporte, visto norte-americano, nome completo, data de nascimento e endereço em um condomínio de luxo na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro –, os 35 arquivos enviados pela Suíça mostraram que o peemedebista manteve uma conta bancária nos Estados Unidos ao longo de 17 anos.

Em meio à papelada de uma das contas bancárias que ele tinha na Suíça (veja o documento acima), há um formulário que revela que o presidente da Câmara era cliente do banco Meryll Lynch (atual Julius Baer), nos Estados Unidos, desde 1991.
O documento esclarece que, em 2003, ele abriu uma conta na filial do banco em Nova York. Cinco anos mais tarde, explicaram as autoridades suíças, ele resolveu transferir a conta dos EUA para a filial do banco em Genebra.

Os documentos enviados pelo MP suíço mostram o caminho do dinheiro repassado a contas bancárias atribuídas ao presidente da Câmara dos Deputados e familiares.
No total, as contas de Cunha na Suíça, indicam as investigações, receberam nos últimos anos depósitos de US$ 4.831.711,44 e 1.311.700 francos suíços, equivalentes a cerca de R$ 23,8 milhões, segundo a cotação desta sexta-feira (16).

Em outro documento, que autoriza investimentos vinculados à conta bancária, aparece uma assinatura semelhante à registrada no passaporte do peemedebista.

Ao banco suíço Julius Baer (antigo Merrill Lynch Bank), mostram os documentos, o presidente da Câmara solicitou que as correspondências relacionadas à conta da offshore Orion não fossem enviadas ao Brasil, e sim aos Estados Unidos, em um endereço de Nova York. Ele justificou o pedido alegando que “mora em um país onde os serviços postais não são seguros”.

Enfim, as provas contra Cunha são fartas, e as indicações de que ele tenta atrapalhar as investigações e ameaça testemunhas, idem.

Até há pouco tempo, apesar das acusações contra si Cunha tinha foro privilegiado. Após ter perdido o mandato, porém, desapareceram os óbices à sua prisão preventiva, que resultaria em benefício às investigações.

Contudo, o tempo passa e ninguém ouve falar de qualquer preocupação das autoridades com a prisão de Cunha. Por que? Porque não é petista.

Em contraposição à dificuldade de prender um carrasco do PT mesmo ele tendo contra si tantas provas, a prisão absurda do ex-ministro da Fazenda Guido Mantega enquanto acompanhava a cirurgia da esposa em um hospital.

O juiz Sergio Moro viu nesse novo abuso do Ministério Público contra um petista um risco muito grande de todo o seu trabalho antipetista ser desmascarado e revogou a prisão de Mantega, mas a mera leitura da justificativa para sua prisão mostra quão fraudulenta é a Lava Jato.

Segundo o procurador Carlos Fernando Lima, a prisão de Mantega teria tido “o objetivo de permitir que a força-tarefa e o Ministério Público” analisassem “todos os elementos de prova colhidos na data” e tomassem o “depoimento de todos os envolvidos para formar um juízo com mais evidência e prova em relação a um eventual pedido de prisão preventiva”.

Complicado? Sim, a ideia é essa mesma. Explicar muito para não explicar nada.

Para que, diabos, prenderam esse homem na porta da sala de cirurgia em que sua esposa tratava um câncer? Ele estava intimidando testemunhas, como Cunha? Ele estava coagindo testemunhas, como Cunha? Não.

Mantega foi torturado mentalmente para a Lava Jato exibir seu poder discricionário ante uma sociedade indefesa e, por enquanto, ignorante do arbítrio que se alevanta contra si. Sua prisão esbofeteia a sociedade brasileira. É uma demonstração canhestra do poder dos leões-de-chácara dos ditadores de plantão.

Fonte: Blog do Miro

 

 



Escrito por Carlos Pontes às 05h48
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Nos EUA, Temer diz que Dilma caiu porque não aceitou ideias do PMDB

 

O Presidente Michel Temer deixou escapar um “segredo” em discurso para empresários e investidores nos EUA: o impeachment de Dilma Rousseff ocorreu para implementar um plano de governo radicalmente diferente do que foi votado nas urnas em 2014, quando o PT ganhou a presidência pela quarta vez, e não por irregularidades praticadas pela ex-presidente.

Na sede da Sociedade Americana/Conselho das Américas (AS/COA), em Nova York, nesta quarta-feira, dia 21, Temer disse com todas as letras que ele e seu partido começaram a articular o afastamento de Rousseff em consequência direta da não aceitação do programa neoliberal do PMDB pela ex-presidente.

“E há muitíssimos meses atrás, eu ainda vice-presidente, lançamos um documento chamado ‘Uma Ponte Para o Futuro’, porque nós verificávamos que seria impossível o governo continuar naquele rumo. E até sugerimos ao governo que adotasse as teses que nós apontávamos naquele documento chamado ‘Ponte para o futuro’. E, como isso não deu certo, não houve adoção, instaurou-se um processo que culminou agora com a minha efetivação como presidência da república.”

O “Ponte para o futuro” prescreve a desvinculação dos recursos da saúde e da educação, desindexação dos benefícios e do salário mínimo, mudança de idade para a aposentadoria, parcerias com o setor privado e abertura comercial. Essas ideias estavam claramente refletidas na fala de Temer na AS/COA, que visava dar seguimento à incansável empreitada de privatizações e facilitação da entrada do capital estrangeiro no país, listando as vantagens e garantias que seu governo planeja implementar para assegurar o lucro dos membros da plateia, que o ouviam (não tão atentamente) enquanto desfrutavam de suas refeições.

Marcadas pelos já conhecidos eufemismos neoliberais para o que poderia simplesmente chamar de venda do patrimônio nacional, as garantias listadas pelo presidente incluíram a “universalização do mercado brasileiro”, o “restabelecimento da confiança”, uma tal “estabilidade política extraordinária”, parcerias entre os setores público e privado e o avanço de reformas “fundamentais” nas áreas trabalhista, previdenciária e de gastos do governo. “Venho aqui convidá-los a participar dessa nova fase de crescimento do país,” concluiu em tom de leilão.

Os dois grupos são compostos por representantes de corporações multinacionais e membros do estabelecimento de política exterior dos EUA em América Latina. Foram fundados pelo industrialista americano David Rockefeller e têm John Negroponte como presidente emérito – um político neoconservador fundamental para a guerra suja da CIA em Honduras e para a invasão do Iraque em 2003. Em seu site, o Conselho das Américas se define como uma “organização internacional cujos membros compartilham um compromisso comum com o desenvolvimento econômico e social, mercados abertos, estado democrático de direito e democracia por todo o hemisfério ocidental”.

Essa é apenas mais uma singela confirmação de que o impeachment de Dilma não se deu por conta das supostas “pedaladas fiscais”, como quis fazer crer a facção que agora ocupa o executivo federal. Não foi pela família brasileira, não foi por Deus, não foi contra a corrupção. Foi contra o trabalhador e em favor do empresariado. Foi por impunidade, lucro e poder.

Fonte: Blog do Nassif

 

 



Escrito por Carlos Pontes às 05h48
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Barbárie jurídica e desobediência civil


O Estado de Direito no Brasil foi abastardado. Seria suicida desconhecer que o país está sob a égide de um regime autoritário, de exceção. Não é necessário haver o exercício de poder pelas forças armadas para caracterizar a excepcionalidade e o autoritarismo de um regime.

As instituições do Estado – Ministério Público e Polícia Federal – e um Poder de Estado –o Judiciário – foram manipuladas e capturadas por militantes partidários.

Investidos em cargos públicos, funcionários fardados e togados aparelham e direcionam fascistamente as instituições de Estado para o extermínio de adversários políticos – o PT, Lula e lideranças petistas.

O justiceiro Sérgio Moro exerce um poder tirânico. Ele é a Lei; é a ordem. Ele é o policial, o investigador, o acusador e, finalmente, é o julgador daqueles que ele próprio investiga, acusa, julga e condena. Ele é, enfim, a encarnação de um poder total, orwelliano e irrecorrível!

O sistema jurídico, a Rede Globo e grupos de mídia outorgaram perigosamente a Moro tal poder. O STF é mais que conivente com esta aberração totalitária. No atual estágio do golpe, já não resta uma única dúvida: a Suprema Corte está no vértice do regime de exceção – o papel de Pôncio Pilatos na farsa do impeachment da Presidente Dilma é clara evidência disso.

Conquistas civilizatórias e seculares da humanidade, como o devido processo legal, o ônus da prova para a acusação, o direito de defesa, a presunção da inocência e o princípio milenar in dubio pro reo [na dúvida, a favor do réu] foram sepultadas na masmorra de Curitiba com a absoluta condescendência do Poder Judiciário e com aplausos entusiásticos da mídia.

A prisão do ex-ministro Guido Mantega foi, sim, uma desumanidade, porque feita num hospital e no momento em que ele acompanhava a cirurgia da esposa gravemente enferma.

Mais além da desumanidade, que é um valor moral – e estes crápulas são imorais, e não se poderia esperar deles humanidade – a prisão do Mantega é a expressão duma grotesca barbárie jurídica; é a fotografia do regime de exceção vigente no Brasil.

Não havia nenhuma razão para prender Mantega. Para mandar prendê-lo, Moro espezinhou todos os princípios iluministas que norteiam uma sociedade civilizada e democrática: não houve intimação prévia, audiência judicial, acusação formal e exercício de defesa – apenas o mandato de prisão expedido pelo Ministério Público e aceito pelo tirano.

A revogação da prisão, determinada 5 horas depois pelo próprio tirano, é prova eloqüente de que Mantega jamais poderia ter sido preso, porque sua liberdade não oferecia risco de qualquer espécie e, menos ainda, ameaça à continuidade da investigação.

A violência do Moro contra Mantega segue o padrão de abusos perpetrados contra Lula em 4 de março [seqüestro para prendê-lo], em 16 de março [interceptação e divulgação ilegal de conversas telefônicas dele com a Presidente Dilma] e em 20 de setembro [acolhimento da denúncia dos procuradores contra ele, “vazia de provas e cheia de convicções”].

Por que Moro, o MP, a PF e o Judiciário perseguem obsessivamente Lula, o PT e petistas e não prendem imediatamente Eduardo Cunha e esposa, Jucá, Temer, Aécio, Sarney, Serra – todos multi-citados pelos delatores e denunciados por participarem na corrupção da Petrobrás, inclusive com valores e contas bancárias identificadas na Suíça e em outros paraísos fiscais?

Por que faltou convicção à Polícia Federal, ao Ministério Público e ao Judiciário diante da prova irrefutável do helicóptero carregado com 450 quilos de cocaína de propriedade de um senador amigo de Aécio Neves? Por que Moro devolveu o passaporte da esposa de Eduardo Cunha, notoriamente beneficiária de contas no exterior abastecidas com recursos roubados?

A resposta é simples. É porque o objetivo da Lava Jato não é combater a corrupção e o crime, mas sim aniquilar o PT e impedir Lula de ser o candidato vitorioso na eleição presidencial de 2018. O discurso do combate à corrupção é mero pretexto da oligarquia golpista para derrubar governos progressistas.

A Lava Jato foi planejada com inteligência estratégica para destruir Lula e o PT. Os ataques nas últimas semanas a Lula, e a Mantega neste dia 22 de setembro, fazem parte de um plano semiótico, pré-concebido, muito bem elaborado, e com alta significação simbólica, que visa danificar em definitivo a imagem do PT a 12 dias da eleição municipal.

Moro e seus comparsas fascistas da Lava Jato promoveram um novo golpe, desta vez um golpe eleitoral contra o PT. Querem prejudicar o desempenho das candidaturas do PT, como parte do seu plano maquiavélico de “acabar com a raça dos petistas”. Está certíssimo Lula quando diz que a fase da Lava Jato de hoje deveria se chamar #bocadeurna.

A cada investida fascista, será amplificada a resistência democrática. O povo não silenciará e não se intimidará ante a violência fascista. Estes canalhas que atentam contra a democracia, contra o Estado de Direito e contra a Constituição, estão conscientemente assumindo que não encontrarão o silêncio e a subserviência, mas sim a desobediência civil.

A direita fascista está armando a insurgência democrática e popular que não só vai resistir, mas que vai derrotá-la, mais cedo que tarde. Os canalhas não terão trégua. A cada nova violência, haverá um salto mais elevado de consciência democrática.

Diante do atentado à democracia e ao Estado de Direito; diante de qualquer tirania, todas as formas de luta são legítimas, como a insubordinação para a garantia da democracia e a auto-defesa contra toda e qualquer forma de injustiça.

Fonte: Blog do Miro

 

 



Escrito por Carlos Pontes às 05h47
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Os crimes hediondos do governo brasileiro

 

Prender o ex-ministro Guido Mantega no Hospital Albert Einstein enquanto ele acompanhava cirurgia da esposa, portadora de um câncer, tem algo de hediondo. Mas corresponde à espetacularização policial, judiciária e mediática, que acompanha o golpe em curso de consolidação no Brasil.

Idem, o espetáculo vexaminoso dos Curitiba boys do MP, aceito pelo juiz Sérgio Moro como denúncia contra o ex-presidente Lula e sua família, além de outras pessoas.

Lembremos ainda de passagem  vexame da votação da Câmara e da votação no Senado, reconhecendo esta ausência do crime que justificou, ao mesmo tempo, o impeachment. Uma confusão: afinal, o que justificou o impeachment? O "crime", ou sua inexistência?

Também o comportamento internacional e nacional do nosso ministro de Relações Exteriores tem algo de hediondo. Cospe na tradição diplomática brasileira, de conciliação, negociação e não intervenção. Sapateia em cima do legado de Alexandre Gusmão, os Rio Branco, San Thiago Dantas et alii. Dá vexame hediondo de analfabetismo diplomático ao não conseguir decifrar a sigla dos Brics, misturando até a Argentina no meio. Envergonha o Itamaraty de ponta a ponta ao tentar comprar o Uruguai e chantageá-lo na tentativa  de – outra vergonha hedionda – desqualificar a Venezuela, intervir no país tentando ajudar a queda do presidente Maduro, e no esforço para reduzir o Mercosul a um covil de empreendimentos interesseiros voltados para os Estados Unidos e a eles subordinado. Em suma, o Ministério de Relações Exteriores do Brasil passou a praticar uma diplomacia do vinagre, destinada a fortalecer a autocandidatura do ministro a presidente indireto do Brasil.

É também hediondo desarticular todas as políticas sociais construídas não só pelo governo Lula, mas desde a Constituição de 1988, sem falar na legislação trabalhista construída a partir dos anos 1930 e 1940.

Agora, no exterior, o presidente Michel Temer patrocinou uma nova série de vexames hediondos. O primeiro foi apresentar-se a Wall Street anunciando que “seu” país estava aberto aos negócios. Parecia um mascate. Nada contra os mascates, de uma profissão respeitável como qualquer outra. Mas um presidente não é um mascate. Sua profissão é outra.

Seguiu-se o vexame do discurso na cúpula sobre refugiados. O vexame nem foi tanto o de apresentar o país como exemplo no tratamento desta questão, nem mesmo ao citar os haitianos como refugiados. Afinal, o Brasil se esforçou, desde antes, para incluir as vítimas de catástrofes naturais no rol dos refugiados potenciais. Mas isto veio do governo anterior, cuja destituição Temer liderou, com Cunha e mais um bando de asseclas que fariam os 40 de Ali Babá parecerem justiceiros de Alá. Temer simplesmente usurpou a comenda. E esqueceu que um dos primeiros atos do seu governo, através do ministro da "Justiça" Alexandre de Moraes, foi suspender a negociação com a União Europeia sobre a recepção dos refugiados sírios.

Depois veio o hediondo discurso na abertura da Assembleia da ONU. Passou vergonha ao ser boicotado por representantes de países vizinhos, e contestado diretamente pelos representantes da Costa Rica e da Venezuela. Não adianta os sites de direita no Brasil defenderem Temer: que eu tenha notícia, é a primeira vez  que isto ocorre desde a primeira abertura da Assembleia da ONU, quando o discurso de Osvaldo Aranha a abriu. Vergonha.

E houve também o discurso em si, apresentando o golpe farsesco que liderou como um "exemplo para o mundo". Exemplo? Sim: um mau exemplo. Temer falou como se ninguém, no mundo, percebesse o que aconteceu e está acontecendo no Brasil, a a palhaçada parlamentar contra Dilma, e a policial, judiciária e midiática (idem contra Dilma) contra Lula, familiares, amigos, correligionários e agora, no último lance, Guido Mantega, na sua covarde prisão no Einstein.

Para completar, veio sua exposição perante empresários, anunciando um país exangue, antecipadamente vendido aos interesses destes, como uma grande conquista tributária dos novos tempos "modernos".

Desconheço tal amontoado de vexames hediondos na história da exposição internacional de nosso país. Nem mesmo durante a ditadura militar o Brasil foi vitima de vexames tão pusilânimes diante do mundo inteiro. Os ditadores de 1964 e dos anos seguintes reduziram os direitos humanos a pó, é verdade. Agora, Temer, Serra, a seus acompanhantes neste golpe covarde, sinuoso e melífluo querem reduzir os direitos sociais, a soberania e a própria noção de voto popular a cinzas.

Bom, não esqueçamos que é das próprias cinzas que as aves da esperança renascem.

Fonte: Rede Brasil Atual

 

 



Escrito por Carlos Pontes às 05h47
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Moro, vai encanar o Malan e a Ellen Gracie?

 

Procurador pede investigação de Malan, Tourinho e Ellen Gracie por OGX
O procurador Osório Barbosa, do Ministério Público Federal de São Paulo, pediu a investigação de três ex-ministros de Estado que atuaram como conselheiros da OGX: Pedro Malan, ex-ministro da Fazenda, Rodolpho Tourinho, ex-ministro de Minas e Energia, e Ellen Gracie, ministra aposentada do Supremo Tribunal Federal. Barbosa enviou o pedido de investigação ao Ministério Público do Rio de Janeiro, que concentra as investigações relacionadas a possíveis irregularidades cometidas pela OGX, petroleira de Eike Batista.

No ofício, recebido pelo MP do Rio nessa segunda-feira (2/6), Barbosa afirma que encontrou indícios veementes da prática de vários crimes contra o sistema financeiro nacional. Diz o documento: “Embora os crimes tenham sido praticados por várias pessoas e empresas, eles não teriam obtido êxito sem a complacência comissiva ou omissiva dos então conselheiros da administração da OGX, Pedro Malan, Ellen Gracie e Rodolpho Tourinho”.

(...) O procurador alega, ainda, que os ex-conselheiros atuaram como co-autores do crime de manipulação de mercado por não terem anunciado aos investidores que Eike Batista recusara-se a assinar o contrato de put option, anunciado em fato relevante em outubro de 2012. (...) O entendimento do procurador paulista é de que os conselheiros incorreram também em “eventual crime de falsificação de contrato” e que teriam se tornado não só co-autores do crime, mas também avalistas da put.

Fonte: Portal Conversa Afiada

 

 



Escrito por Carlos Pontes às 05h46
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Lula sugere que Lava Jato passe a se chamar Operação Boca de Urna

 

Muito da pressão que levou o juiz Sergio Moro, titular da Justiça Federal, no Paraná e comandante da Operação Lava Jato, da Polícia Federal (PF), a liberar o ex-ministro da Fazenda Guido Mantega deveu-se à reação dos principais líderes de esquerda e centro-esquerda, parlamentares de diversos partidos, nas redes sociais. Pouco antes de Mantega ser liberado, em entrevista à Rádio Povo do Ceará, na manhã desta quinta-feira, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva comentou a prisão do ex-ministro, na 34ª fase da Lava Jato. Mantega acompanhava a mulher em uma cirurgia, no Hospital Albert Einstein, em São Paulo.

— Parece até que se chama Operação Boca de Urna. Está chegando perto das eleições, eles vêm para cima do PT – comentou Lula.

O ex-presidente denunciou a perseguição contra o partido, como fez o presidente da legenda, Rui Falcão.

— As pessoas poderiam tratar o Guido como ele deveria ser tratado — acrescentou Lula.

Estado de direito

Conforme comentou a economista e correspondente do Correio do Brasil, em Paris, Marilza de Melo Foucher: “Prenderam o Mantega no leito de hospital, o Estado fascista chamou uma coletiva pra denunciar o Lula. Denúncia que, todos sabem, não tem prova. Somente convicção que eles querem prender Lula e sua família. Como sabem também que o povo vai às ruas e não votará em golpistas. O Michel ‘Fora Temer’, aliado de Cunha e Moro, segue destruindo o Estado de direito”.

Para a deputada Maria do Rosário (PT-RS), o quadro que se apresenta é mais grave. Com a presença de apenas quatro deputados na Câmara, segundo registro da Mesa Diretora da Casa, os parlamentares recorreram às redes sociais para comentar a prisão do ex-ministro da Fazenda Guido Mantega na manhã desta quinta-feira.

Para a deputada Maria do Rosário (PT-RS), que foi ministra do governo Dilma Rousseff, a medida “revela perseguições” e abuso de prisões preventivas.

“Mantega foi preso no hospital, onde esperava esposa sair de cirurgia. Deixou o filho ali sozinho. Que risco oferece? Espetáculo deplorável. A prisão de Mantega no hospital é uma arbitrariedade. O estado coagindo, e não investigando”, disse Maria do Rosário em sua página no Twitter.

Paulo Pimenta (PT-RS) também mostrou-se indignado em postagem na mesma rede social. “Prender alguém no hospital, no momento [em] que acompanha a cirurgia da esposa com câncer, é covardia. Não oferece risco, não tinha necessidade”, afirmou Pimenta.

Também ex-ministro [do Esporte] dos governos Lula e Dilma, o deputado Orlando Silva (PCdoB) disse que não há motivos para que a prisão tenha sido feita da maneira como ocorreu. “O ex-ministro do Fazenda Guido Mantega tem endereço conhecido. Acionado, já colaborou com a Justiça. Prender no hospital parece abuso. Para quem o conhece, é chocante!”, afirmou.

Para o líder do PT na Câmara, Afonso Florence (BA), existe perseguição política e não há prova. Segundo Florence, o partido questiona fundamentos e condições em que a prisão ocorreu. “É mais um episódio de ação contra petistas e a espetacularização da ação da polícia.”

Na opinião dos golpistas…

Ao comentar a prisão de Mantega, o democrata Onyx Lorenzoni questionou: “Qual é o mimimi (reclamação) de hoje? Lugar de bandido é na cadeia, bem longe dos cofres públicos. O dia (em) que explicarem os crimes e assumirem, não vai precisar inventar desculpas a cada meia hora”.

Para Lorenzoni, o desmonte do esquema classificado pelos procuradores federais de “lulopetismo” deve servir como aviso para atuais e futuros governantes.

— Voto não é autorização para desrespeitar as leis — afirmou.

“Mais uma na cabeça da jararaca”, escreveu o líder do PSDB, Antonio Imbassahy (BA), no Twitter, referindo-se a uma frase do ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva sobre a Operação Lava Jato.

“Se quiseram matar a jararaca, não fizeram direito, pois não bateram na cabeça, bateram no rabo, porque a jararaca está viva”, disse o ex-presidente sobre o fato de ter sido conduzido coercitivamente, em março, para depor em uma dependência da Polícia Federal, no Aeroporto de Congonhas, em São Palo

O líder do DEM, Pauderney Avelino (AM), classificou de “lamentável” a gestão petista e disse que Mantega foi o mestre da contabilidade criativa no governo Dilma. “Foi o criador da nova matriz econômica, que quebrou o Brasil. Agora também vemos que era um dos que achacavam empresários para dar dinheiro ao PT”, disse.

Fonte: Jornal Correio do Brasil

 

 



Escrito por Carlos Pontes às 05h46
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Recordista em delações, Aécio pede rigor contra Mantega

 

Nesta nova fase da Operação Lava Jato, o Brasil assiste, entre atônito e indignado, as notícias de que nem mesmo a mais alta autoridade econômica do país durante a maior parte dos governos Lula e Dilma escapou do cerco ao Estado brasileiro conduzido pelo PT e seus apoiadores.

As notícias são extremamente graves e as investigações devem ser aprofundadas para a exemplar punição de todos aqueles que lesaram o povo brasileiro e nos mergulharam na maior crise econômica de toda nossa história contemporânea. - Aécio Neves.

Fonte: Portal Brasil 247

 

 



Escrito por Carlos Pontes às 05h45
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MANCHETES DOS JORNAIS ALTERNATIVOS

 

Portal da CTB

Temer aplicará receita fracassada de FHC para a educação; pobres serão os mais afetados

Agência da Boa Notícia

Setembro Amarelo: psicanalista Daniel Franco fala sobre a interrupção da vida

Blog do Azenha

Pedro Serrano: Juristas receiam que Lula seja condenado sem provas, por razões políticas, como medida de exceção

Blog do Miro

Lula, o “corrupto” mais barato do mundo

Blog do Nassif

Renan quer reduzir superpoderes da Lava Jato, sem nome manchado por opinião pública

Blog do Espaço Aberto

Moro e a encenação final contra Lula

Rede Brasil Atual

Parlamentares defendem Lula e acusam 'continuidade de golpe'

Portal Conversa Afiada

Marco Aurélio salva OAS

Jornal Correio do Brasil

Em campanhas municipais, parlamentares somem do Congresso e LDO fica travada

Portal Brasil 247

Pimenta: aprovação da anistia pagaria dívida de Temer com golpistas

 

 



Escrito por Carlos Pontes às 06h14
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HOJE NA HISTÓRIA

 

Aconteceu em 22 de Setembro

 

1866: Vitória paraguaia em Curupaití, atacada por 19 mil brasileiros e argentinos.

1909: Primavera de Sangue: a polícia do Rio mata 2 estudantes em passeata.

1897: Antonio Conselheiro morre, após longo jejum, em Canudos, BA, sitiada e asfixiada pelo exército. Após a derrota final, seu cadáver será exumado, fotografado e degolado.

1923: Insurreição operário-camponesa na Bulgária, liderada por Dimitrov, chega a tomar algumas cidades.

1949: 1º teste nuclear da URSS.

1960: Independência do Mali, ex-colônia da França.

1966: Dia nacional de luta contra a ditadura, convocado pela UNE.

1976: A AAB (Aliança Anticomunista Brasileira) sequestra e espanca d. Adriano Hipólito, bispo de Nova Iguaçu, Rio de Janeiro.

1977 - Dia da PUC: A PM do cel. Erasmo Dias invade a PUC-SP. Prende 800 e queima gravemente 2 universitárias. O cardeal d. Evaristo Arns protesta contra a invasão (25/9).

2016: Recebemos no Espaço Aberto mais uma vez,o consultor político e sociólogo, Luiz Cláudio Ferreira Barbosa.

 

 



Escrito por Carlos Pontes às 06h13
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Temer aplicará receita fracassada de FHC para a educação; pobres serão os mais afetados

 

"Não dá para saber ao certo o que estará no projeto de reforma. Mas a julgar pela configuração do Ministério da Educação, com pessoas que foram chave nas políticas educacionais dos anos FHC, e com os projetos de corte nas áreas sociais, não se pode esperar algo diferente", alerta professor do Departamento de Educação do campus de Assis da Universidade Estadual Paulista (Unesp) Carlos da Fonseca Brandão ao comentar a proposta de reforma do ensino médio que o governo sem voto de Michel Temer enviará ao Congresso, em forma de medida provisória.

O que temer oferece à educação brasileira é a flexibilização curricular, dividida por áreas do conhecimento, com um ano e meio de disciplinas comuns e o restante opcional, voltado ao mundo do trabalho.

Ao criticar flexibilização, Brandão lembrou que "não há solução mágica. Qualquer experiência de escola bem sucedida mostra o que tem numa escola de qualidade. São professores com vínculo com a escola e a comunidade, que são fixos, onde a direção é ativa. Não precisa inventar a roda. Não há solução mágica para além disso".

Flexibilização

Em reportagem publicada na última sexta-feira (17) na página da Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisas em Educação (Anped),  Dante Henrique Moura, professor no Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Norte (IFRN), ressalta que a flexibilização proposta por Temer está relacionada ao objetivo de baratear o ensino público, comprometendo a educação das classes mais empobrecidas do país. “Os que ocupam posição mais privilegiada na hierarquia socioeconômica nunca se submeteram nem se submeterão aos limites das reformas educacionais, como foi no caso da reforma promovida pela Lei n. 5.692/1971.”.

Moura ainda afirma que a receita oferecida por Temer está seguindo, não apenas na Educação, um ataque aos direitos sociais e de subordinação aos interesses do mercado. “Não é à toa que no documento Ponte para o Futuro (que futuro?) está explícito que 'é necessário em primeiro lugar acabar com as vinculações constitucionais estabelecidas, como no caso dos gastos com saúde e com educação...'. Além disso, e de forma coerente com essa racionalidade, os discursos e ações do atual governo colocam a questão da desvinculação como medidas centrais, juntamente com a reforma da previdência que visa eliminar direitos da classe trabalhadora.”

PLs contra a educação

Desde 2013, dois Projetos de Lei (6.840/2013 e o 5.115/2013) tramitavam no Congresso Nacional, o PL 5.115/2013 foi apensado ao 6.840/2013, com o objetivo de alinhar o projeto de lei às diretrizes da Base Nacional para o Ensino Médio, que atualmente está em fase de construção. Para diversos intelectuais, professores e pesquisadores da área, esses PLs representam um regresso de 40 anos na educação.

Fonte: Portal CTB

 

 



Escrito por Carlos Pontes às 06h13
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